As doenças transmitidas através das fontes de alimento são, na grande maioria, controladas pelas entidades responsáveis pela Inspecção Sanitária e Controlo Alimentar nas explorações pecuárias, matadouros, supermercados, etc. Assim, actualmente, o maior risco potencial de contrair as diferentes infecções que advêm de alimentos contaminados (brucelose, tuberculose, doenças de Creutzfeldt-Jakob ou "doença das vacas loucas", salmonelose, entre outras) está na ingestão de alimentos directos da fonte, os chamados "produtos caseiros", não certificados, ou seja, que não foram submetidos a rigorosa inspecção sanitária.
Parasitoses intestinais ("ténias e lombrigas")
O cão e o gato domésticos podem estar infestados com estes organismos e transmiti-los aos seres humanos, nomeadamente a crianças jovens. Quer os animais quer o Homem podem também ser infestados pela ingestão de alimentos contaminados.
Os principais sintomas destas infestações são dor abdominal ligeira, com ou sem diarreia, falta de apetite e eliminação dos parasitas nas fezes, mas a maioria das situações não dão sintomas.
As formas de prevenção destas infestações são a desparasitação de quatro em quatro meses dos animais e, eventualmente, desparasitação anual das crianças e família. Além destas formas de prevenção devem aplicar-se as medidas básicas de higiene como a cozedura adequada da carne e lavagem cuidadosa das verduras, legumes e frutas crus, obtendo um controlo e evicção eficazes destas infestações.
(em Educare.pt)
